quinta-feira, 10 de abril de 2014

Aquarela da Exceção

Ah!
Como pudera ser
Aquela noite aquarelada
Exaltada pelo entorpecer
E pelo aconchego do amanhecer

Notoriamente deliciosa
Acarinhada e “felicitosa”
Amplificada pela boemia
Das tardes de alegria
Que qualquer ser se põe a querer

Porém
Mais do que se queria
O horizonte que se abriria
Teima desvanecer

Terminada a melodia
Volta-se para o Dia
Da labuta à agonia

Até que tudo retorne à (in)completa sinfonia.