domingo, 19 de maio de 2013

O que eu tenho a dizer sobre algo que você provavelmente não entenderá


                Repentinamente,
                encontros desencontrados se encontram
                Algo dormente desperta

                Euforia, coração palpitando
                Lânguida espera
                E esperando.

                Dia, hora, lugar, espaço.
                Olhos pra cá, olhos pra lá.
                Rondando, onde, quando, cadê?
                Desista.

                NÃO!
                Não desista.
                Sôfregos olhos avistam.
                Desisti.


                                      Sofia Barreto

2 comentários:

Anônimo disse...

É, não dá pra entender do que se fala, mas parece se tratar de alguma coisa triste...

sempescoço disse...

tipo o que eu sentia quando saía na porta do meu prédio de madrugada e ficava encarando a rua:falta de alguma coisa que eu nem sabia o que era, misturado com uma sensação de vazio interno, mas certeiro de que aquele era sim, um momento que eu nunca esqueceria.