Repentinamente,
encontros
desencontrados se encontram
Algo
dormente desperta
Euforia,
coração palpitando
Lânguida
espera
E
esperando.
Dia,
hora, lugar, espaço.
Olhos
pra cá, olhos pra lá.
Rondando,
onde, quando, cadê?
Desista.
NÃO!
Não
desista.
Sôfregos
olhos avistam.
Desisti.
Sofia Barreto
2 comentários:
É, não dá pra entender do que se fala, mas parece se tratar de alguma coisa triste...
tipo o que eu sentia quando saía na porta do meu prédio de madrugada e ficava encarando a rua:falta de alguma coisa que eu nem sabia o que era, misturado com uma sensação de vazio interno, mas certeiro de que aquele era sim, um momento que eu nunca esqueceria.
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