O
“talvez” é muitas vezes malquisto. Traz angústias, incertezas.
Quiçá os “talveres”
sejam meus mais queridos companheiros.
Um
fim incerto aguça os sentidos, aflige a mente, pipoca os miolos.
E o final é uma deliciosa meta, na qual não se sabe se o deleite prevalecerá ou se as
lágrimas tentarão imitar uma turbulenta chuva.
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